Tabela cruzada — ler as letras de significância
Uma tabela cruzada conta como duas colunas de rótulos se cruzam: tipo de defeito por turno, motivo de rejeição por fornecedor, resposta por departamento. As percentagens sozinhas não bastam — um turno com 30 peças inspecionadas e outro com 300 oscilam de forma diferente por puro acaso.
É para isso que servem as letras. Cada coluna recebe uma letra (A, B, C…) e uma célula carrega as letras de todas as colunas às quais é significativamente superior. Assim, «39,5% ACD» na coluna Manutenção lê-se: Manutenção é significativamente maior que as colunas A, C e D. Sem letra, a diferença está dentro do que o acaso pode produzir.
Verifique duas coisas antes de acreditar numa tabela: a base (n) sob cada cabeçalho — abaixo de 30 o teste é fraco — e a linha do qui-quadrado no topo, que pergunta «há alguma diferença?» antes de ler célula a célula. Mantenha o Bonferroni ligado: com 4 colunas são 6 comparações por linha e, sem a correção, algumas letras aparecerão só por acaso.
É para isso que servem as letras. Cada coluna recebe uma letra (A, B, C…) e uma célula carrega as letras de todas as colunas às quais é significativamente superior. Assim, «39,5% ACD» na coluna Manutenção lê-se: Manutenção é significativamente maior que as colunas A, C e D. Sem letra, a diferença está dentro do que o acaso pode produzir.
Verifique duas coisas antes de acreditar numa tabela: a base (n) sob cada cabeçalho — abaixo de 30 o teste é fraco — e a linha do qui-quadrado no topo, que pergunta «há alguma diferença?» antes de ler célula a célula. Mantenha o Bonferroni ligado: com 4 colunas são 6 comparações por linha e, sem a correção, algumas letras aparecerão só por acaso.
Experimente na aplicação
Experimente: carregue «Employee Survey — Engagement» → Análises → Tabela cruzada → linhas = Main_Issue, colunas = Department. Na linha Equipment, a Manutenção carrega letras. Agora desligue o Bonferroni e veja surgir letras a mais — são essas em que não deve confiar.