Confiabilidade — quando algumas peças nunca falham
Um ensaio de vida termina quase sempre antes de todas as peças falharem. Essas sobreviventes estão censuradas: sabe-se que aguentaram pelo menos até ali, e nada mais. Contá-las como falhas faz o produto parecer pior do que é; apagá-las faz parecer melhor. Ambos os erros são silenciosos: a curva é desenhada na mesma.
O parâmetro de forma β de Weibull dá nome ao modo de falha: abaixo de 1 são falhas precoces (montagem, mortalidade infantil), perto de 1 são causas externas aleatórias, acima de 1 é desgaste. O B10 — a idade em que uma peça em cada dez já falhou — é a base habitual da garantia e dos intervalos de manutenção.
O ecrã mostra também o que teria saído ignorando a censura. Repare em que linha se mexe: o B10 quase não muda, enquanto a vida mediana, a vida média e β estão erradas. É por isso que este erro sobrevive às revisões.
O parâmetro de forma β de Weibull dá nome ao modo de falha: abaixo de 1 são falhas precoces (montagem, mortalidade infantil), perto de 1 são causas externas aleatórias, acima de 1 é desgaste. O B10 — a idade em que uma peça em cada dez já falhou — é a base habitual da garantia e dos intervalos de manutenção.
O ecrã mostra também o que teria saído ignorando a censura. Repare em que linha se mexe: o B10 quase não muda, enquanto a vida mediana, a vida média e β estão erradas. É por isso que este erro sobrevive às revisões.
Experimente na aplicação
Experimente: separador Confiabilidade → Carregar exemplo → confirme que a coluna de estado está selecionada → Analisar. Depois coloque a coluna de estado em «nenhuma» e compare B50 e β.